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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

"Como é que vemos as horas?"

O mês passado surgiu a pergunta "Como vemos as horas?". Ao conversar sobre este assunto com o grupo interessado seguiram-se mais oito perguntas.
Observamos vários relógios, vimos imagens e fotografias, assistimos a vídeos sobre a montagem dos relógios, percebemos para que servem os ponteiros e como podemos ver as horas. Ainda descobrimos coisas sobre os primeiros relógios e os vários tipos que existem!


Foi um projeto muito vivido e de grande interesse. Por isso, no dia da comunicação estavamos confiantes e seguros nas nossas descobertas. Fomos munidos de relógios de vários tipos e tamanhos, do livro de projeto e de um relógio gigante. Comunicamos aos outros e recebemos rasgados elogios.





 Assim terminamos mais um projeto de estudo. Estamos cada vez mais autónomos nas pesquisas, na elaboração dos produtos e na comunicação aos outros!

sábado, 22 de outubro de 2016

As pedras também servem para fazer teatros!

Depois da História da Selva a mãe da Sofia deu-nos a ideia de construir as personagens da história com pedras, para experimentarmos um género de teatro diferente.

Como adoramos novos desafios, pusemos mãos à obra e cada um pintou numa pedra a personagem que interpretava na história.

Personagens prontas, seguiu-se a construção do cenário da história. Com papel de cenário, cartão, rolos de papel, folhas secas, tintas e muita criatividade criamos uma selva com um rio, árvores e vegetação.

Depois de tudo pronto, a mãe da Sofia veio ajudar-nos a organizar e ensaiar o teatro. Foi neste primeiro ensaio que experimentamos manipular as pedras, que trocamos de lugares, que percebemos como seria a melhor forma de entrar em cena e que estruturamos a comunicação do teatro.

Decidimos comunicar este teatro às salas da Carmo e da Mónica. No dia do espetáculo sabíamos muito bem o que tínhamos de fazer e por isso fizemos um grande teatro! A plateia adorou e nós ficamos muito orgulhosos!



No final de todo este processo, ganhamos um novo material na nossa área do faz-de-conta.
Agora, as brincadeiras na selva vão continuar por aqui!


domingo, 2 de outubro de 2016

Leituras na selva

Na reunião da manhã, a Margarida mostrou um guaxinim em peluche que também pode ser utilizado como fantoche. Depois desta comunicação, muitos disseram que também tinham aqueles peluches em casa e que podíamos fazer um teatro sobre a selva.

Mas para fazer um teatro sobre a selva, primeiro tínhamos de escrever a história da selva!
Na tarde de escrita, em grande grupo, construímos uma história muito criativa. Cada um, com o seu contributo, enriqueceu mais o enredo!

História escrita mas livro por fazer...

Pusemos mãos à obra e as ilustrações foram surgindo.
Depois de todas as páginas criadas, tivemos que ordená-las e paginá-las.

Para terminar, tivemos de encadernar o livro. Página a página fomos criando um livro original, em que as páginas se desdobram umas sobre as outras.

Com o livro pronto, quisemos convidar o 1.º ciclo para ouvir a nossa história. A pares fomos contando cada uma das páginas que produzimos! No final, recebemos largos elogios às nossas ilustrações, à forma como contamos a história e à criatividade que tivemos para a fazer.

Agora temos um teatro pela frente para produzir... As personagens estão distribuídas, os ensaios vão começar!

Aqui fica a história completa:

Era uma vez uma selva que tinha muitos animais. Havia macacos, zebras, leões, tigres, girafas, elefantes, cobras e aranhas muito grandes.
Além dos animais, na selva vivia a Mariana, uma menina com longos cabelos castanhos. O seu animal de estimação era o guaxinim.
Um dia uma das cobras foi buscar uma banana para o seu almoço. O macaco viu o que aconteceu e tentou tirar a banana à cobra, mas não conseguiu.
A cobra, que era venenosa, fugiu com a banana para a sua casa. Quando a cobra lá entrou nunca mais ninguém a viu.
Enquanto isso, os outros animais refrescavam-se no rio.
De repente, apareceu um crocodilo que ninguém conhecia - o Dentuças. Abriu a boca e mostrou os seus dentes afiados.
Todos os animais assustados fugiram para as suas casas.
A Mariana, que ouviu o que se estava a passar, foi enfrentar o crocodilo, na beira do rio.
Os dois lutaram e a Mariana com o seu pau ganhou ao crocodilo.
O crocodilo fugiu e nunca mais ninguém o viu!
A Mariana que estava tão contente, fez uma festa com todos os animais no meio da selva, junto ao rio. A música estava tão alta, que o crocodilo Dentuça quis saber o que se passava e voltou.
Viu todos os animais muito contentes na festa e achou que devia pedir desculpa por ter assustado todos. Com a cabeça debaixo de água e a cauda a abanar fez todos rir!
Os animais desculparam-no e ficaram amigos para sempre!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

"Os dentistas arrancam sempre os dentes?"

Comunicamos mais um projeto na nossa sala. Desta vez, a pergunta era "Os dentistas arrancam sempre os dentes?". Esta era uma dúvida do Guilherme, mas que rapidamente se estendeu ao resto do grupo e muitas outras perguntas surgiram sobre os dentistas e os dentes. A Rute ajudou nestas descobertas e muitos foram também os contributos que chegaram de casa e dos próprios dentistas.
Entre livros, pesquisas, panfletos e entrevistas fomos pouco a pouco construindo saber e descobrindo coisas novas.


Quisemos comunicar a duas salas e das próprias comunicações surgiram novas perguntas e curiosidades. A partilha de experiências, no que toca ao cair dos dentes, foi mais que muita! As curiosidades das pastas e escovas de dentes, as consultas no dentista, o medo, os diplomas, a fada dos dentes...





A realização dos projetos permite a resposta a muitas das nossas perguntas, mas o tempo de comunicação é igualmente rico e promotor de novas aprendizagens!

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

De dentro da sala... para a comunidade! Do parque... para o museu!

A semana passada saímos da escola de prancheta na mão e fomos até ao parque, fazer desenho à vista do que estávamos a ver. Com o projeto "Como é que aparecem as fotografias?" descobrimos que antes de existirem máquinas fotográficas, as pessoas tinham de desenhar ou pintar para poderem guardar e recordar imagens. Então lá fomos nós, escolhemos uma paisagem, sentamo-nos nos troncos, na relva ou no chão e de prancheta na mão desenhamos ao som dos pássaros!




Depois de terminado o projeto e de termos respondido a todas as perguntas...
- Como é que as fotografias aparecem?
- Como é que as máquinas fotográficas funcionam?
- Quem inventou a máquina fotográfica?
- Quais as várias maneiras de tirar fotografias?

... fizemos uma exposição aberta a toda a comunidade escolar e às famílias para mostrarmos o projeto, os nossos desenhos à vista, as fotografias que tiramos e os materiais que fomos construindo.
"A nossa sala parece um museu!"

Aqui ficam algumas fotografias de mais um grande momento. Obrigada a todos que nos visitaram!










segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Adoramos os mimos das outras salas!

Os dias na nossa escola são vividos em partilha constante.
É esta partilha que cultivamos todos os dias na nossa sala e que adoramos receber dos outros.
Numa sessão de culinária, a sala da Mónica partilhou connosco a salada que fez para o almoço. Neste dia todos comemos a salada do almoço com muito mais satisfação.

São estes gestos e mimos que previligiamos e queremos cultivar sempre!
Muito obrigada à sala da Mónica por esta partilha tão fresquinha.

Vejam o que se anda a passar na sala da Mónica aqui: http://asaladamonica.blogspot.pt/

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Das manhãs de atividades... às tardes de dinamização de histórias!

A Marta trouxe para a sala um fantocheiro e alguns fantoches das personagens da história "A Bela Adormecida", construídos por si.
Na sala decorámos o fantocheiro e construímos algumas personagens que faltavam.
Depois, durante a manhã de atividades, um pequeno grupo encarregou-se de treinar o teatro dentro do fantocheiro.
Na tarde dedicada à dinamização de histórias, apresentaram o produto final aos colegas.
O resultado foi fantástico e deu origem a vários comentários muito positivos:

"Gostei muito"
"Fizeram muito bem com os fantoches"
"Fizeram dentro do fantocheiro"
"Contaram bem"
"Adorei"







Assim surgiu mais um teatro na nossa sala!
Progressivamente estas pequenas dramatizações vão ocorrendo de forma mais autónoma, sem que o adulto necessite de intervir com tanta frequência na maioria delas.
Parabéns a todos!

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Dos Açores..... aos vulcões!

A avó da Amélia vive nos Açores, por isso ela e a mãe viajam algumas vezes para lá para matar saudades!
A semana passada a Beatriz, mãe da Amélia, veio à nossa sala mostrar a areia dos Açores.
Percebemos que tanto a areia como as rochas, na maioria das ilhas dos Açores, são pretas. Só não sabíamos porquê, mas a Beatriz explicou...



Com esta comunicação, que partiu da família, descobrimos que:
-Os Açores têm nove ilhas;
- A ilha é um pedaço de terra rodeado por água;
-As rochas e a areia nos Açores são pretas porque a maioria das ilha nasceu de um vulcão;
-Só há uma ilha nos Açores que tem areia branca, porque não resultou de um vulcão - a ilha de Santa Maria;
-Os Açores fazem parte de Portugal porque foram os navegadores portugueses que os descobriram.

Depois desta partilha surgiram outras perguntas sobre os Açores e os vulcões, que resultaram num novo projeto para a nossa sala!

Hoje foi dia de experiências e por isso fizemos uma que nos permitiu perceber tudo o que já tínhamos aprendido...

Para esta experiência precisamos de vários materiais:
-Vinagre;
-Bicarbonato de sódio (sal);
-Corante vermelho e amarelo;
-Detergente da loiça;
-Tabuleiro;
-Maqueta de um vulcão.

Para dentro do vulcão foi o vinagre. 
Para formar a "lava" juntamos o bicarbonato de sódio, o detergente da loiça e os corantes. 



No final juntamos a mistura ao vinagre e foi ver "o vulcão entrar em erupção", como alguns disseram.






 Com esta experiência comprovamos o que a Beatriz nos tinha explicado anteriormente. As ilhas formam-se quando a lava solidifica em contacto com a água fria. Com as pedras que vieram dos Açores, o Afonso exemplificou para o grupo.


O projeto vai continuar e quando tivermos mais novidades contamos!
Obrigada Beatriz e Amélia por esta comunicação que tanto gostamos e nos fez querer saber mais.