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terça-feira, 28 de novembro de 2017

Como podemos brincar dentro de uma caixa?

A sala da Mariana partilhou connosco as construções com caixas de cartão, que resultaram do projeto "O que podemos inventar com uma caixa?".
Assim que recebemos na sala o barco, o comboio e a casa de cartão demos inicio à brincadeira!
Entramos dentro das caixas, saímos, saltamos, escondemo-nos, brincamos a pares e em pequenos grupos e utilizamos os utensílios da sala para enriquecer as brincadeiras!

Este foi um projeto técnico que resultou numa grande partilha para todas as salas e enriqueceu o nosso ambiente educativo. Obrigada à sala da Mariana por mais esta partilha...






segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Fizemos a salada para o almoço!

"... todos os momentos do quotidiano de vida na creche devem ser entendidos como atividades humanas autênticas e, por tal, marcadamente culturais." (Folque, Bettencourt & Ricardo, 2015)
Neste sentido, as crianças devem ser envolvidas em todas as atividades da sua rotina e compreender cada processo associado ao seu dia-a-dia.

Na quinta-feira, chegamos de manhã à escola e fomos à cozinha perguntar o que seria o almoço. Descobrimos que era preciso fazer salada de cenoura e por isso disponibilizamo-nos para ajudar.
Pedimos à Adi, a cozinheira da nossa escola, para nos dar todos os utensílios e as cenouras já lavadas. Fomos para a nossa sala, experimentamos e exploramos as cenouras, ralamos as mesmas com o ralador e ajudamos em todo o processo.






"As refeições são atividades humanas carregadas de significado enquanto espaços sociais de encontro e espaços de afirmação de culturas próprias e partilhadas" (Folque, Bettencourt & Ricardo, 2015). Assim, ficamos a conhecer melhor todo o processo de realização de parte da refeição que comemos todos os dias. Adoramos fazer parte deste momento!

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Do diário... para a plantação de physalis!

À porta da nossa sala temos um diário de grupo partilhado por toda a comunidade. É a partir deste diário que damos sentido às atividades que vamos fazendo e que partilhamos uns com os outros as novas descobertas. 

A Tânia, mãe do Santiago da sala da Marta Botelho, viu as nossas partilhas na coluna do fizemos e percebeu que tínhamos estado a explorar physalis e tamarindos, que a Luísa trouxe.
De imediato, contou-nos que tinha physalis em casa, em raíz, para plantar. Ficamos muito entusiasmados com a proposta e esperamos ansiosamente que a raíz de physalis chegasse.


Um dia depois, o Santiago partilhou a planta e descemos até ao recreio para explorar a terra, os vasos e a própria raíz!! Mexemos e juntamos terra, observamos e colocamos a raíz no vaso e regamos com um pouco de água.






No final, levamos a planta para a nossa sala e agora de dois em dois dias regamo-la (há sempre muitos voluntários!!) à espera que cresça!
Muito obrigada ao Santiago e à sua família por nos possibilitarem uma experiência tão boa!

sexta-feira, 28 de abril de 2017

"Porque é que há terramotos que destroem a cidade toda?"

O início deste projeto fez-se com algumas perguntas bem interessantes:
- "Como é que os construtores constroem a cidade toda, sem se cansarem?"
- "Porque é que há terramotos que destroem a cidade toda?"
- "O que devemos fazer se houver um terramoto?"

Para começar a responder a estas perguntas recorremos aos recursos que temos disponíveis na comunidade educativa. Livros, computador, enciclopédias e entrevistas. Muitas entrevistas! Falamos com o responsável que fez a obra na nossa escola, analisamos projetos e percebemos o decorrer normal de uma construção e todo o processo anterior à mesma!

Faladas que estavam as construções, seguimos caminho para os terramotos, passando pelo terramoto de 1755 e pelo Marquês de Pombal. O passo seguinte foi conhecer o procedimento correto a ter caso haja um terramoto. Descobrimos o que fazer dentro dos edifícios e na rua e que manter a calma e aguardar por indicações é o mais importante.




No final de comunicar todas estas descobertas, convidamos a Ana, mãe do António do 1.º Ciclo, que trabalha no Departamento de Estruturas do LNEC para nos vir relembrar os procedimentos de segurança a ter durante um terramoto. A Ana sensibilizou-nos ainda para a organização das pessoas dentro dos edíficios, nomeadamente da nossa escola, caso ocorra um terramoto.

Conhecemos o procedimento básico de segurança:
1 - Baixar
2- Proteger
3 - Aguardar

E repetimos várias vezes. 
Ainda vimos vídeos bastante ilustrativos de alguns ensaios de terramotos e da organização das escolas no Japão.
Agora é tempo de comunicar e organizar um plano de emergência com toda a escola.
Muito obrigada a todos os intervenientes neste processo, em especial à Ana que nos ajudou a perceber melhor todos os procedimentos de segurança.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Trabalhar de portas abertas é ganhar em cada partilha

Estes são os projetos que estão a decorrer pela nossa sala...
Não tarda contamos tudo!!

"Como é que funcionam os cintos de segurança?"
"Os bebés quando nascem, já vêm vestidos?"



Mais uma vez contamos com a família e a comunidade para nos apoiar nestas descobertas! Obrigada a todos! 
A Marta Botelho veio à nossa sala apresentar-nos a Maria e responder a uma entrevista, a mãe da Laura emprestou-nos um cinto de segurança de um avião e a Mónica fez-nos chegar uma cadeira super equipada!
Trabalhar de portas abertas é isto... é ganhar em cada partilha. 
Aguardem novidades!

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

A comunidade educativa como fonte de novos saberes

Na reunião da manhã, o Afonso mostrou um taco e bolas de golfe. Explicou como se jogava, mas de imediato surgiram outras sugestões sobre a melhor postura para jogar golfe.
A Cláudia, psicóloga da nossa escola, é jogadora de golfe e por isso pensamos logo em convidá-la para nos vir ajudar a descobrir mais sobre o golfe.


Descobrimos imensas curiosidades. Aqui ficam algumas:
- só pode jogar golfe quem tem aulas primeiro;
- o objetivo do jogo de golfe é acertar no buraco, no menor número de tacadas possível; 
- um campo de golfe, geralmente, tem 18 buracos;
- há vários tacos diferentes, mas cada jogador só pode utilizar, no máximo, 14 tacos num jogo;
- os buracos no campo de golfe são como copos, que têm uma bandeirola;
- o arco que o jogador faz no lançamento, deve ser maior consoante a distância que a bola tem de percorrer;
- o jogador deve ter as pernas afastadas à largura dos ombros e os joelhos fletidos. A bola deve ficar mais ou menos no meio das pernas;
- a posição das mãos ao agarrar o taco é diferente se formos destros ou esquerdinos. A mão forte é que vem mais à frente a agarrar o taco.



No final, experimentamos fazer um lançamento para pôr em prática tudo o que tínhamos aprendido!


Na nossa escola, a comunidade educativa funciona também como uma grande fonte de novos saberes.
Muito obrigada à Cláudia, que neste dia não vestiu a bata de psicóloga, mas sim o fato de jogadora de golfe!