terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A escola e a família como prolongamentos uma da outra

Este ano, é talvez aquele em que temos, enquanto escola, vivido uma relação mais estreita com a família. Desde o início do ano letivo, já partilhamos imensos momentos com as famílias. Diariamente, entre bons dias, novidades e até algumas angústias, as famílias entram pela sala de forma bem significativa.
São várias as formas em que a presença das famílias se manifesta - num jogo social que vem de casa, numa notícia, numa história, ao ajudar nos projetos, no festejo de dias especiais, em teatros, em comunicações... Em suma, no estar e no fazer-se sentir.
Nós adoramos esta parceria e queremos que continue sempre. Na realidade só somos felizes quando a escola é um prolongamento da família e vice-versa.







Obrigada a todos por serem parte de caminho.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Da cultura da Amélia para o Ballet. Cada vez gostamos mais de dançar!

A semana passada a Amélia escreveu no diário, no queremos fazer, que queria ensinar ballet ("Ae" - foi assim que ela escreveu porque já muitas vezes fazemos escrita silábica).
Na reunião de conselho, falamos sobre qual seria o tempo da nossa agenda, no qual a Amélia poderia partilhar com o resto do grupo o que tinha aprendido no ballet. A Marta disse que podia ser na tarde de artes porque a dança também é uma arte. Afinal "artes" não é só expressão plástica, como nós às vezes pensamos!
No dia combinado, a Amélia chegou preparada com todo o equipamento! Fomos um verdadeiro grupo, ouvimos a Amélia, respeitamos o que tinha para nos ensinar, dançamos com ela e divertimo-nos bastante!
A cultura familiar da Amélia entrou na sala e foi respeitada por todos :)

Aqui ficam algumas fotografias.






quinta-feira, 19 de novembro de 2015

De dentro da sala... para a comunidade! Do parque... para o museu!

A semana passada saímos da escola de prancheta na mão e fomos até ao parque, fazer desenho à vista do que estávamos a ver. Com o projeto "Como é que aparecem as fotografias?" descobrimos que antes de existirem máquinas fotográficas, as pessoas tinham de desenhar ou pintar para poderem guardar e recordar imagens. Então lá fomos nós, escolhemos uma paisagem, sentamo-nos nos troncos, na relva ou no chão e de prancheta na mão desenhamos ao som dos pássaros!




Depois de terminado o projeto e de termos respondido a todas as perguntas...
- Como é que as fotografias aparecem?
- Como é que as máquinas fotográficas funcionam?
- Quem inventou a máquina fotográfica?
- Quais as várias maneiras de tirar fotografias?

... fizemos uma exposição aberta a toda a comunidade escolar e às famílias para mostrarmos o projeto, os nossos desenhos à vista, as fotografias que tiramos e os materiais que fomos construindo.
"A nossa sala parece um museu!"

Aqui ficam algumas fotografias de mais um grande momento. Obrigada a todos que nos visitaram!










quinta-feira, 5 de novembro de 2015

"Como é que as fotografias aparecem?"

Começamos um novo projeto na nossa sala "Como é que as fotografias aparecem?".
No âmbito deste projeto tivemos a ideia de convidar uma fotógrafa profissional, a Teresa Noéme, para nos vir ajudar a responder a algumas das nossas perguntas.
A Teresa, com toda a simpatia e dedicação, explicou-nos muitos dos conceitos e informações essenciais para obtermos as nossas respostas.
No final, ainda nos tirou algumas fotografias para vermos para que serve o "flash", para percebermos como podemos ver as fotografias que tiramos, etc.

Como é de fotografias que estamos a falar, deixemos as imagens falarem por si!








Aqui ficam também algumas fotografias do trabalho maravilhoso da Teresa.






segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Na nossa sala, as mãos cheiram a maçã!

Na reunião da manhã, a Madalena decidiu mostrar um conjunto que trouxe de casa para fazer sabonete.
Como ainda não tinha experimentado, decidimos fazer sabonete para a nossa sala.
A receita é simples, perfumada e muito original!

Primeiro cortamos a mistura de sabonete em cubos e levamos ao microondas. Esperamos um pouco e misturamos. Depois, juntamos corante vermelho (caso queiramos que seja colorido), umas gotinhas de aroma de maça e voltamos a misturar. No final, despejamos a mistura na forma e esperamos cerca de 2 horas!








 Depois de toda a experiência, ficou na nossa sala o registo e o sabonete que temos usado bastante.
Agora na nossa sala, as mãos cheiram a maçã!





quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Com as Barras de Cuisenaire também contamos histórias... histórias de matemática!

Esta semana, exploramos as barras de Cuisenaire de forma lúdica e divertida.
Para além do desenvolvimento lógico-matemático, o material Cuisenaire é feito de um material de fácil manipulação e diferentes cores, de forma a estimular a criatividade e a experimentação.
São um suporte para a imaginação dos números e das suas leis, tão necessário para poder passar ao cálculo mental ou para introduzir e praticar as operações aritméticas.
A peça branca é a peça padrão (vale 1 unidade) e serve de medida a todas as outras peças.

Nesta tarde dedicada à matemática, começamos por ouvir uma história. Uma história com ilustrações muito especiais, que depois tentamos reproduzir.



Depois desta exploração, juntamos as barras utilizadas nas ilustrações e descobrimos em quanto resultava a soma das mesmas. Para saber o resultado desta operação tivemos de decompor as barras coloridas em cubos brancos.
Para fazer um farol, por exemplo, podemos utilizar as barras da imagem ou 90 cubos brancos, imaginem só!



Esta foi uma tarde de histórias mas... histórias de matemática!

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Tudo é permitido deste que se dê asas à imaginação!

Muitas são as histórias que conhecemos - algumas sabemos de trás para a frente, outras só conhecemos através das ilustrações do livro, outras ainda só conseguimos entender se nos lerem a história toda. Ao longo destes anos fomos também percebendo que existem várias técnicas para a dinamização de uma história - a utilização de fantoches, de sombras chinesas, de objetos do dia-a-dia, entre muitas outras. Tudo é permitido deste que se dê asas à imaginação! 

Na nossa agenda semanal existe um tempo dedicado à dinamização de histórias. Este ano combinamos que em pequenos grupos vamos escolhendo algumas histórias para apresentar aos outros, utilizando as técnicas que mais gostamos. Começamos pelos fantoches com utilização do fantocheiro. A pares, a Amélia e a Inês e o André e a Maria apresentaram-nos dois teatros fantásticos: O meu balão vermelho e o Capuchinho Vermelho. Em qualquer um dos teatros, tudo foi decidido e realizado pelos dinamizadores - quer as personagens, quer os cenários. O primeiro grupo recorreu a fantoches de dedo, a bonecos de madeira e a algumas construções 3D, realizadas para a circunstancia. O segundo grupo utilizou um único fantoche com várias personagens e fantoches de dedo.

Depois do convite feito às outras salas foi tempo de apresentar o que havia sido preparado. Com alguns nervos à mistura pela grande estreia, os dois grupos estiveram mais que à altura conseguindo dinamizar as duas histórias para uma plateia cheia. No final ainda houve tempo para ouvir fantásticos comentários ao trabalho desenvolvido.






Este foi mais um momento cultural protagonizado pela nossa sala, que espelha uma autonomia crescente dia-a-dia.
Os artistas estão de parabéns!