quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Na Gulbenkian "ouvimos as imagens"!

Na segunda-feira fomos à Fundação Calouste Gulbenkian.
A nossa oficina chamava-se "Ouvir as Imagens"... Mas afinal que som têm as imagens? Será que as imagens falam?
Começamos o passeio por visitar o jardim exterior à Gulbenkian onde nos divertimos muito. O bom tempo ajudou e por isso descobrimos imenso do que a natureza tinha para nos oferecer.


Chegados dentro da Fundação, começamos por conhecer a Sara, que foi a nossa guia durante esta visita.

A Sara mostrou-nos logo uma caixa mágica, que guarda todos os sons que nós podemos imaginar.

Obra de arte a obra de arte fomos percorrendo o Centro de Arte Moderna e conhecendo um pouco do trabalho de vários artistas. Interpretamos as obras de arte e inventamos histórias para cada uma, No final, como não podia faltar, criamos um som para cada uma das obras.



Voltamos para a escola com a caixa de sons mágica e ainda reproduzimos as nossas obras preferidas com variadas técnicas.
Foi uma visita diferente, criativa e cheia de boas surpresas!

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A escola e a família como prolongamentos uma da outra

Este ano, é talvez aquele em que temos, enquanto escola, vivido uma relação mais estreita com a família. Desde o início do ano letivo, já partilhamos imensos momentos com as famílias. Diariamente, entre bons dias, novidades e até algumas angústias, as famílias entram pela sala de forma bem significativa.
São várias as formas em que a presença das famílias se manifesta - num jogo social que vem de casa, numa notícia, numa história, ao ajudar nos projetos, no festejo de dias especiais, em teatros, em comunicações... Em suma, no estar e no fazer-se sentir.
Nós adoramos esta parceria e queremos que continue sempre. Na realidade só somos felizes quando a escola é um prolongamento da família e vice-versa.







Obrigada a todos por serem parte de caminho.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Da cultura da Amélia para o Ballet. Cada vez gostamos mais de dançar!

A semana passada a Amélia escreveu no diário, no queremos fazer, que queria ensinar ballet ("Ae" - foi assim que ela escreveu porque já muitas vezes fazemos escrita silábica).
Na reunião de conselho, falamos sobre qual seria o tempo da nossa agenda, no qual a Amélia poderia partilhar com o resto do grupo o que tinha aprendido no ballet. A Marta disse que podia ser na tarde de artes porque a dança também é uma arte. Afinal "artes" não é só expressão plástica, como nós às vezes pensamos!
No dia combinado, a Amélia chegou preparada com todo o equipamento! Fomos um verdadeiro grupo, ouvimos a Amélia, respeitamos o que tinha para nos ensinar, dançamos com ela e divertimo-nos bastante!
A cultura familiar da Amélia entrou na sala e foi respeitada por todos :)

Aqui ficam algumas fotografias.






quinta-feira, 19 de novembro de 2015

De dentro da sala... para a comunidade! Do parque... para o museu!

A semana passada saímos da escola de prancheta na mão e fomos até ao parque, fazer desenho à vista do que estávamos a ver. Com o projeto "Como é que aparecem as fotografias?" descobrimos que antes de existirem máquinas fotográficas, as pessoas tinham de desenhar ou pintar para poderem guardar e recordar imagens. Então lá fomos nós, escolhemos uma paisagem, sentamo-nos nos troncos, na relva ou no chão e de prancheta na mão desenhamos ao som dos pássaros!




Depois de terminado o projeto e de termos respondido a todas as perguntas...
- Como é que as fotografias aparecem?
- Como é que as máquinas fotográficas funcionam?
- Quem inventou a máquina fotográfica?
- Quais as várias maneiras de tirar fotografias?

... fizemos uma exposição aberta a toda a comunidade escolar e às famílias para mostrarmos o projeto, os nossos desenhos à vista, as fotografias que tiramos e os materiais que fomos construindo.
"A nossa sala parece um museu!"

Aqui ficam algumas fotografias de mais um grande momento. Obrigada a todos que nos visitaram!










quinta-feira, 5 de novembro de 2015

"Como é que as fotografias aparecem?"

Começamos um novo projeto na nossa sala "Como é que as fotografias aparecem?".
No âmbito deste projeto tivemos a ideia de convidar uma fotógrafa profissional, a Teresa Noéme, para nos vir ajudar a responder a algumas das nossas perguntas.
A Teresa, com toda a simpatia e dedicação, explicou-nos muitos dos conceitos e informações essenciais para obtermos as nossas respostas.
No final, ainda nos tirou algumas fotografias para vermos para que serve o "flash", para percebermos como podemos ver as fotografias que tiramos, etc.

Como é de fotografias que estamos a falar, deixemos as imagens falarem por si!








Aqui ficam também algumas fotografias do trabalho maravilhoso da Teresa.






segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Na nossa sala, as mãos cheiram a maçã!

Na reunião da manhã, a Madalena decidiu mostrar um conjunto que trouxe de casa para fazer sabonete.
Como ainda não tinha experimentado, decidimos fazer sabonete para a nossa sala.
A receita é simples, perfumada e muito original!

Primeiro cortamos a mistura de sabonete em cubos e levamos ao microondas. Esperamos um pouco e misturamos. Depois, juntamos corante vermelho (caso queiramos que seja colorido), umas gotinhas de aroma de maça e voltamos a misturar. No final, despejamos a mistura na forma e esperamos cerca de 2 horas!








 Depois de toda a experiência, ficou na nossa sala o registo e o sabonete que temos usado bastante.
Agora na nossa sala, as mãos cheiram a maçã!





quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Com as Barras de Cuisenaire também contamos histórias... histórias de matemática!

Esta semana, exploramos as barras de Cuisenaire de forma lúdica e divertida.
Para além do desenvolvimento lógico-matemático, o material Cuisenaire é feito de um material de fácil manipulação e diferentes cores, de forma a estimular a criatividade e a experimentação.
São um suporte para a imaginação dos números e das suas leis, tão necessário para poder passar ao cálculo mental ou para introduzir e praticar as operações aritméticas.
A peça branca é a peça padrão (vale 1 unidade) e serve de medida a todas as outras peças.

Nesta tarde dedicada à matemática, começamos por ouvir uma história. Uma história com ilustrações muito especiais, que depois tentamos reproduzir.



Depois desta exploração, juntamos as barras utilizadas nas ilustrações e descobrimos em quanto resultava a soma das mesmas. Para saber o resultado desta operação tivemos de decompor as barras coloridas em cubos brancos.
Para fazer um farol, por exemplo, podemos utilizar as barras da imagem ou 90 cubos brancos, imaginem só!



Esta foi uma tarde de histórias mas... histórias de matemática!