quinta-feira, 17 de março de 2016

Fomos conhecer o tempo dos nossos bisavós...

Esta semana fomos ao Páteo Alfacinha recuperar tradições antigas, que é como quem diz "conhecer o tempo dos novos bisavós"!

Mal chegamos vimos um pequeno filme, ainda a preto e branco, que mostrava algumas profissões, vestuário, divertimentos de antigamente. De seguida, pulamos para a cervejaria, um espaço muito típico, para um ateliê de fotografia.

Observamos fotografias de Lisboa antiga, com os elétricos puxados a cavalo, os vendedores ambulantes, a calçada portuguesa e muitos outros pormenores. O primeiro desafio foi inventar uma história com as fotografias escolhidas.



Depois passamos à criação de um pequeno clip de vídeo, com várias fotografias que espelhassem o movimento. Escolhemos cenários, escolhemos personagens e enquadramos as personagens no cenário. Depois fomos fotografando e movendo as personagens até criar o filme.


No final do ateliê provamos o pão da padaria, conhecemos a lavadeira Rosa, brincamos no pátio e jogamos jogos tradicionais de mesa.




Esta visita fez-nos regressar ao passado, conhecer hábitos antigos e saber mais sobre fotografia.
Muito obrigada a toda a equipa do Páteo dos Pequeninos por nos receberem tão bem!

segunda-feira, 14 de março de 2016

Entramos no mundo da banda desenhada de mãos dadas com a sala da Mónica...

Este ano, na nossa sala, surgiram muitos livros de banda desenhada. Alguns a preto e branco, outros a cores, mas todos com características muito semelhantes. No piso inferior da Biblioteca dos Olivais existe uma Bedeteca enorme, com bandas desenhadas muito diferentes. Assim, decidimos visitar a Bedeteca e ficar a saber mais sobre as características das bandas desenhadas.

Podemos ver várias bandas desenhadas...



Descobrimos algumas características da banda desenhada: que a ilustração tem geralmente um contorno preto; que a página de banda desenhada chama-se prancha e dentro da prancha existem as tiras e as vinhetas; que existem balões de fala e pensamento...

Ouvimos uma história de banda desenhada...




E ainda terminamos a história de banda desenhada que ouvimos!

A visita à Biblioteca dos Olivais realizou-se com a sala da Mónica. Por isso, em grupo, achamos que seria uma ótima ideia regressar à escola antiga para rever os adultos e os amigos da creche.
Ficamos maravilhados ao reviver cada canto da escola - as salas, o refeitório, mas principalmente o recreio!


Os circuitos de comunicação com a sala da Mónica também se revitalizaram. Esta é uma sala muito querida para nós, que para além de irmãos, tem verdadeiros amigos. Assim, partilhamos um bolo trazido de casa pelas manas Marta e Matilde, comunicamos e ouvimos projetos, conhecemos novos amigos e passamos uma tarde muito animada.


Foi um dia inesquecível e que de certeza não vamos esquecer tão rápido! 

Acompanhem o trabalho desenvolvido na sala da Mónica aqui!

terça-feira, 8 de março de 2016

Raposo ou raposa?

Na reunião da manhã o André contou a novidade que tinha ido ao cinema ver o filme "Zootrópolis". Quis registar a novidade, escrevendo um texto no seu caderno.


- Raposo André? Será que existe raposo? Eu pensava que só havia raposa! - disse eu convicta da minha afirmação.
- Não, não - respondeu-me o André - Existe raposo, porque era um menino e eu pensei e é assim!
- Então e se for peixe, André? Peixe é menino ou menina? - questionei.
- Acho que é menino. A menina pode ser peixa! - respondeu logo.
- Não, não. Peixa não existe - disseram logo a Marta e a Madalena.
- Podemos ver no dicionário! - avançou a Amélia.

E pronto... O desafio estava lançado!
Vários foram os animais que surgiram e várias foram as dúvidas também. Mas o dicionário ajudou mesmo a solucionar este problema.

A lista de palavras foi surgindo e com ela muitas descobertas!


Afinal o André tinha razão, "raposo" existe mesmo!

domingo, 6 de março de 2016

O que é um vitral?

Depois de nos chegar à sala um livro sobre a vida de Degas, surgiu a ideia de fazermos um ficheiro com as biografias e obras de arte de alguns artistas.
Chegou a vez de falar de Almada Negreiros e descobrimos que fez um vitral para uma igreja.
Quisemos saber mais sobre os vitrais e construir um, ainda que com materiais diferentes! Aprendemos que o vitral é feito de vidro, mas como não tinhamos decidimos decorar papel para colar na janela.


Na sala temos algumas folhas com a representação de um tangram. Para construir o vitral decidimos que cada um iria pintar um quadrado, mas com uma regra: duas figuras geométricas que partilhassem os mesmos lados, não podiam ter a mesma cor. Depois de todos os quadrados pintados construímos um vitral conjunto, que tinha de respeitar a mesma regra!!



No fim de construído o vitral no chão, colamos no vidro da sala, para que a luz atravessa-se o mesmo e acentuasse as cores. 
A Marta também conseguiu arranjar um plástico para colar no vidro, muito parecido com o efeito que faz um vitral e também o colocamos na janela.


Conhecemos um artista novo, descobrimos o que é um vitral, trabalhamos a expressão plástica e a matemática e a janela da nossa sala ficou muito mais bonita! Agora, todos os dias adoramos observar o exterior através dos vitrais.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

"Quem foram as primeiras pessoas a nascer?"

Este projeto começou com três perguntas base:
- Quem foram as primeiras pessoas a nascer?
- No tempo dos dinossauros já havia pessoas?
- O que é que nós já fomos?



Depois de uma longa pesquisa - em livros, no computador - com a ajuda dos pais e com a visualização de um documentário conseguimos responder a todas as perguntas e ainda fazer muitas outras descobertas.
Descobrimos, por exemplo, que na altura da pré-história a evolução ocorria por seleção natural - só os mais fortes é que sobreviviam -, que os primeiros homens já eram grandes artistas e faziam imensas pinturas nas cavernas, que os homens deixaram de andar com os quatro membros e começaram a andar apenas sobre as duas pernas porque assim viam melhor os animais para caçar!

Depois de todo o processo de pesquisa comunicamos com orgulho, à sala da Marta e à sala da Carmo, o que tínhamos aprendido.




Este foi um projeto especial por várias razões:
- Apropriamo-nos muito bem de tudo o que descobrimos e foi um projeto muito vivido, o que fez com que comunicássemos com grande segurança um tópico que saiu bastante da nossa "zona de conforto";
- Recebemos o António, da sala da Marta, para fazer o projeto conosco, o que enriqueceu a relação entre os elementos do grupo. O António era o único da sua sala que tinha interesse neste tópico e como mostrou grande vontade em participar com o nosso grupo, incluimo-lo de forma bem natural;
- Com este projeto percebemos que as nossas ilustrações estão cada vez mais completas e bonitas.

Parabéns a  todos por mais um grande projeto!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Vamos caçar números?

Na reunião da manhã, a Júlia comunicou a sua novidade: "No fim-de-semana fiz uma caça aos números!". 
"Caça aos números?? O que é isso?" - quisemos rapidamente saber.
A Júlia explicou que tinha ido para a rua com a mãe e com o mano e tinham procurado na rua todos os números que encontravam. "Encontrei nas portas, nos carros, nos postes..."

"Também podemos fazer caça aos números?" - foi logo a pergunta que surgiu!
Juntamo-nos em grupos de três e cada grupo explorou uma zona diferente da escola. No final, cada equipa comunicou as descobertas aos restantes. A verdade é que conhecemos muito bem a nossa escola, mas nem sempre olhamos para ela com um olhar tão atento. Descobrimos, por exemplo, que na cozinha do recreio havia números no relógio do forno!









Assim, surgiu uma atividade super divertida e cheia de novas descobertas!

E agora que tal uma caça às letras?

Qual o número de sapato que calçamos?

Este ano os nossos amigos correspondentes tem partilhado connosco imensas experiências e trabalhos. O último trabalho que nos chegou foi sobre o número de sapatos que cada um calça.
Do grupo de correspondentes apareceu-nos um gráfico de barras, realizado com as pegadas de cada um.
Achamos a ideia tão gira que quisemos saber qual o número que cada um de nós calça.

Primeiro, começamos por fazer o contorno da nossa pegada e ver nos sapatos qual o número que calçamos.
Depois, decidimos fazer conjuntos segundo o número de sapatos.

 Apareceram 6 conjuntos de número de sapatos - 26 / 27 / 28 / 29 / 29.5 / 31.



 No final, surgiu a ideia de dividir os sapatos das meninas dos sapatos dos meninos.

 Dentro de cada conjunto apareceram assim dois novos conjuntos - os meninos e as meninas.


Com uma atividade semelhante à dos nossos amigos correspondentes fizemos conjuntos e subconjuntos e conseguimos tirar várias conclusões.
No final de todas estas descobertas partilhamos também nós este trabalho diferente.