terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Equilíbrio num recreio mais rico!

Um dos grandes projetos da escola este ano letivo é o melhoramento do recreio com materiais novos, principalmente naturais, e a criação de hortas verticais.

A sala da Carmo está a realizar um projeto de sala, que acabou por estender a toda a escola, cuja fase inicial foi fazer o levantamento de várias coisas que as crianças gostariam de ter no recreio. O nosso recreio foi crescendo e tendo cada vez mais coisas construídas pelas crianças, pelas famílias e pela comunidade - tenda de índios, carrinhos de madeira, carrinhos de mão, esteiras, pistas de carros...

 Esta semana a Matilde e a família ofereceram ao recreio uma barra de equilíbrio. A Matilde logo se responsabilizou pela barra e por assegurar que os amigos experimentavam o novo material em segurança.

O nosso recreio vai ficando diferente, mais rico e com novas oportunidades de brincadeira.

Obrigada à família da Matilde e a todas as famílias por estas partilhas para um recreio melhor para todos.

"Como é que vemos as horas?"

O mês passado surgiu a pergunta "Como vemos as horas?". Ao conversar sobre este assunto com o grupo interessado seguiram-se mais oito perguntas.
Observamos vários relógios, vimos imagens e fotografias, assistimos a vídeos sobre a montagem dos relógios, percebemos para que servem os ponteiros e como podemos ver as horas. Ainda descobrimos coisas sobre os primeiros relógios e os vários tipos que existem!


Foi um projeto muito vivido e de grande interesse. Por isso, no dia da comunicação estavamos confiantes e seguros nas nossas descobertas. Fomos munidos de relógios de vários tipos e tamanhos, do livro de projeto e de um relógio gigante. Comunicamos aos outros e recebemos rasgados elogios.





 Assim terminamos mais um projeto de estudo. Estamos cada vez mais autónomos nas pesquisas, na elaboração dos produtos e na comunicação aos outros!

Feijão com mensagem secreta!

A Teresa, da sala da Carmo, partilhou connosco um feijão com uma mensagem secreta...
Precisamos de seguir vários passos até que ele nasça. É como termos mais uma planta na sala para cuidar. Os responsáveis pela planta andam atentos à rega, a luz necessária tentamos tê-la na janela.
Agora é esperar que o nosso feijão cresça!






Muito obrigada à Teresa por esta partilha!

Dentes bem lavadinhos!

Com a queda dos dentes de leite, começaram algumas preocupações com os mesmos e com a lavagem e higiene oral.
Nada melhor que receber o Museu da Farmácia para nos esclarecer sobre algumas dúvidas, aprendermos como lavar bem os dentes e para juntos fazermos pasta de dentes. 






Depois de contarmos quantos dentes vamos ter, vermos um modelo de dente e conhecermos algumas das partes dos dentes, pusemos mãos à obra para fazer a pasta de dentes!



No final do dia, cada um levou para casa a sua pasta de dentes para poder lavar muito bem os dentes!

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

A comunidade educativa como fonte de novos saberes

Na reunião da manhã, o Afonso mostrou um taco e bolas de golfe. Explicou como se jogava, mas de imediato surgiram outras sugestões sobre a melhor postura para jogar golfe.
A Cláudia, psicóloga da nossa escola, é jogadora de golfe e por isso pensamos logo em convidá-la para nos vir ajudar a descobrir mais sobre o golfe.


Descobrimos imensas curiosidades. Aqui ficam algumas:
- só pode jogar golfe quem tem aulas primeiro;
- o objetivo do jogo de golfe é acertar no buraco, no menor número de tacadas possível; 
- um campo de golfe, geralmente, tem 18 buracos;
- há vários tacos diferentes, mas cada jogador só pode utilizar, no máximo, 14 tacos num jogo;
- os buracos no campo de golfe são como copos, que têm uma bandeirola;
- o arco que o jogador faz no lançamento, deve ser maior consoante a distância que a bola tem de percorrer;
- o jogador deve ter as pernas afastadas à largura dos ombros e os joelhos fletidos. A bola deve ficar mais ou menos no meio das pernas;
- a posição das mãos ao agarrar o taco é diferente se formos destros ou esquerdinos. A mão forte é que vem mais à frente a agarrar o taco.



No final, experimentamos fazer um lançamento para pôr em prática tudo o que tínhamos aprendido!


Na nossa escola, a comunidade educativa funciona também como uma grande fonte de novos saberes.
Muito obrigada à Cláudia, que neste dia não vestiu a bata de psicóloga, mas sim o fato de jogadora de golfe!

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Conhecemos melhor os nossos direitos!

No domingo assinalou-se o Dia Internacional dos Direitos das Crianças.
Por isso, esta semana, falamos de direitos, dos nossos direitos... Percebemos o que era um direito e porque é que era importante existir direitos. Focamo-nos no direito de participação poi foi logo o mais falado.

Recebemos ainda com muito entusiasmo a Marta, mãe da Maria da sala da Carmo, que veio conversar com todos sobre a evolução da visão de criança e sobre alguns dos direitos que não nos podemos nunca esquecer! Tivemos muitos materiais à disposição para nos ajudar a entender melhor esta comunicação.


O direito de participação foi novamente salientado e houve espaço para todos poderem participar neste momento.


No exterior, ficou um mural que construímos com as nossas silhuetas e com os direitos que cada um privilegia.

Obrigada à família da Maria por ter tornado este momento ainda mais rico. Agora, conhecemos melhor os nossos direitos! 

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

As tartarugas mudaram de casa!

Na nossa sala temos duas tartarugas, que o Joaquim nos ofereceu no início do ano letivo. O aquário em que viviam era muito pequeno para o tamanho que as duas já tinham. Sabíamos que precisavam de um aquário maior para poderem nadar e estar à vontade.

O dia chegou... e pela porta entrou um enorme aquário trazido pelo pai da Carolina!

Tiramos as tartarugas da casa velha, colocamo-las no novo aquário, pusemos algumas pedras e uma plataforma e no final despejamos água até conseguirem nadar.





Este aquário vai-nos dar mais trabalho a cuidar mas compensa ver como as tartarugas andam felizes lá dentro! E nós felizes ficamos a observar as suas brincadeiras.
Muito obrigada à família da Carolina por esta partilha tão boa.