quarta-feira, 10 de abril de 2019

"Tenho medo de tartarugas"

A sala da Carmo convidou-nos para assistir ao projeto "A baleia e a tartaruga". Assim que no momento da manhã falamos sobre o projeto a que iamos assistir, a Inês disse "Tenho medo de tartarugas". Algo que ainda não sabiamos sobre a Inês. Logo, outras vozes partilharam este receio e foi então que se gerou uma conversa acerca do assunto.

Decidimos ir à sala da Xana e o primeiro contacto não passou do visual. A medo e de longe, a Inês nem quis tocar na tartaruga. Pedimos então à Paty para vir à nossa sala apresentar a tartaruga.




A tartaruga passou a manhã na nossa sala e aos poucos fomos convivendo com ela, alguns muito à vontade, outros com algum receio. Começamos por tocar na carapaça, dar festinhas, chamar, mas acima de tudo observar o comportamento.




Tiramos a tartaruga da caixa e foi vê-la passear pela sala.


Juntos vamo-nos construindo enquanto comunidade. Uns apoiam os medos de outros, as conquistas são comuns e a par vamos crescendo.

Onde há neve?

Terminamos mais um projeto na nossa sala, o projeto da neve!
Depois de a Maria Rita ter ido à Serra da Estrela com a família e de ter trazido essa partilha para a sala, fomos descobrir mais coisas sobre a neve.

Em conversa percebemos que já tínhamos vários conhecimentos prévios sobre o assunto. Por isso, foi na nossa biblioteca que alargamos conhecimentos e escolhemos novas histórias para ler na sala!



Descobrimos onde há neve, como podemos ir à neve, qual a roupa que podemos vestir para não ter frio e vários animais que vivem com este clima.


No entanto, foi a comunicar que nos sentimos realmente motivados e empenhados. Quem noutras comunicações ficou mais tímido, quem tinha muita vergonha e quem precisava de apoio do adulto, ganhou confiança. Cheios de alegria e orgulho contamos tudo o que descobrimos e o processo vivido à sala da Carmo!




As vivências individuais tornam-se cada vez mais vivências de grupo e aquilo que cada um vive em família amplia-se para a comunidade.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

As sessões de expressão motora acompanham o nosso crescimento

Esta semana experimentamos o novo ginásio da nossa escola.
Um espaço renovado, maior e com novos materiais. Fizemos um circuito com vários desafios e exploramos o espaço com corridas e brincadeiras.

Estamos a crescer e muito felizes com estas novas experiências!





Já fomos bebés na barriga da mãe!

Na vida do nosso grupo, algumas são as mães grávidas. A mãe da Amélia, que tem o mano António na barriga, propôs vir à nossa sala mostrar a barriga e falar sobre o nascimento e os bebés.
A Amélia, orgulhosa, mostrou a barriga da mãe, bem como os livros e álbuns de vida que escolheram em conjunto lá em casa.






Após a visita, com a ajuda da Marta, escrevemos uma carta às famílias para pedir fotografias do tempo que estivemos na barriga da mãe, do nosso nascimento ou dos primeiros dias.



Assim que as fotografias foram chegando, partilhamos uns com os outros. Juntos fomos tomando consciência de que todos já tivemos na barriga das mães e fomos bebés pequenos.



Mesmo dentro da barriga das mães, os bebés vão crescendo e por isso decidimos construir cartazes que nos permitissem ver essa evolução. As salas de jardim de infância foram uma ajuda imprescindível neste processo. Com pedaços de papel, que rasgamos, cola branca e balões fizemos as barrigas das mães com três tamanhos diferentes. A sala da Xana ajudou-nos a construir as silhuetas das mães e a sala da Mónica desenhou os bebés para cada barriga.








Nos corredores que levam à nossa sala podemos agora ver registado todo o processo vivido, com os cartazes e as fotografias. Na nossa sala ficou um álbum construído com todas as fotografias partilhadas pelas mães.


Este foi um projeto construído em comunidade, no qual escola e família caminharam juntas.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Significado do Natal ou Natal com significado?

Entramos na época natalícia e com ela o primeiro vislumbre de partilhas associadas ao Natal.
Pela mão da Inês chegou a primeira fotografia da árvore de Natal lá de casa. Conversamos sobre o assunto, mostramos interesse em construir uma árvore de Natal e escrevemos propostas no diário. Dia após dia fomos entrando no espírito natalício, mas o mais importante foi começar a vivê-lo na primeira pessoa.
Com o apoio da sala da Mónica, fomos ao parque em frente à escola apanhar ramos secos para a nossa árvore. Apanhamos os paus, mas também brincamos, corremos e criamos novos laços e parcerias.





Já na escola, começamos a dar forma aos ramos que apanhamos e colocamos as primeiras bolas de Natal que a Marta trouxe de casa. Mas foram as fotografias das nossas famílias que trouxeram um brilho especial aos ramos já secos. A nossa árvore de Natal acolhe a compilação de todas as lá de casa.



No início de todo este processo, a mãe da Inês partilhou como é importante lá em casa que a árvore de Natal contemple enfeites natalícios construídos por ambos os filhos. Então, convidamos a mãe Rita e o mano Miguel para virem ajudar-nos a fazer enfeites natalícios para a nossa árvore. Com paus de madeira e vários materiais a família da Inês ajudou-nos a dar asas à criatividade!





As visitas das famílias e os momentos que passamos com pares de outras salas são privilegiados por nós.
O nosso Natal este ano terá mais significado porque vamos recordar-nos dos momentos que passamos juntos.

Muito obrigada à família da Inês e a todas as famílias que enriquecem os nossos dias.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Um projeto vivido em conjunto!

O Vasco trouxe para a nossa sala fantoches de mão, representativos de vários animais, e a história "A que sabe a Lua". Em conjunto, brincamos e experimentamos manusear os fantoches no fantocheiro.



A sala da Mariana, que tinha construído as várias personagens da história em papel, veio contar-nos e dinamizar a história.


Decidimos então preparar um teatro de fantoches da história "A que sabe a lua" para comunicar à sala da Mariana. Preparamos cenários, utilizamos os fantoches do Vasco e construímos os animais que faltavam com fantoches em meias. Pedimos a lua que a sala da Mariana tinha construído, para enriquecer o nosso cenário.


Depois de tudo pronto, recebemos a sala da Mariana e o berçário para um grande espetáculo!
A Dora contou a história e nós, animados, manipulamos os fantoches para dinamizar o conto.



No final do teatro, com muito orgulho, exibimos os nossos fantoches e mostramos aos convidados como os manipulamos. O grupo da sala da Mariana e os bebés quiseram ainda experimentar e brincar com os fantoches. 




O teatro acabou mas as parcerias e brincadeiras continuaram escada abaixo!