quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

As sessões de expressão motora acompanham o nosso crescimento

Esta semana experimentamos o novo ginásio da nossa escola.
Um espaço renovado, maior e com novos materiais. Fizemos um circuito com vários desafios e exploramos o espaço com corridas e brincadeiras.

Estamos a crescer e muito felizes com estas novas experiências!





Já fomos bebés na barriga da mãe!

Na vida do nosso grupo, algumas são as mães grávidas. A mãe da Amélia, que tem o mano António na barriga, propôs vir à nossa sala mostrar a barriga e falar sobre o nascimento e os bebés.
A Amélia, orgulhosa, mostrou a barriga da mãe, bem como os livros e álbuns de vida que escolheram em conjunto lá em casa.






Após a visita, com a ajuda da Marta, escrevemos uma carta às famílias para pedir fotografias do tempo que estivemos na barriga da mãe, do nosso nascimento ou dos primeiros dias.



Assim que as fotografias foram chegando, partilhamos uns com os outros. Juntos fomos tomando consciência de que todos já tivemos na barriga das mães e fomos bebés pequenos.



Mesmo dentro da barriga das mães, os bebés vão crescendo e por isso decidimos construir cartazes que nos permitissem ver essa evolução. As salas de jardim de infância foram uma ajuda imprescindível neste processo. Com pedaços de papel, que rasgamos, cola branca e balões fizemos as barrigas das mães com três tamanhos diferentes. A sala da Xana ajudou-nos a construir as silhuetas das mães e a sala da Mónica desenhou os bebés para cada barriga.








Nos corredores que levam à nossa sala podemos agora ver registado todo o processo vivido, com os cartazes e as fotografias. Na nossa sala ficou um álbum construído com todas as fotografias partilhadas pelas mães.


Este foi um projeto construído em comunidade, no qual escola e família caminharam juntas.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Significado do Natal ou Natal com significado?

Entramos na época natalícia e com ela o primeiro vislumbre de partilhas associadas ao Natal.
Pela mão da Inês chegou a primeira fotografia da árvore de Natal lá de casa. Conversamos sobre o assunto, mostramos interesse em construir uma árvore de Natal e escrevemos propostas no diário. Dia após dia fomos entrando no espírito natalício, mas o mais importante foi começar a vivê-lo na primeira pessoa.
Com o apoio da sala da Mónica, fomos ao parque em frente à escola apanhar ramos secos para a nossa árvore. Apanhamos os paus, mas também brincamos, corremos e criamos novos laços e parcerias.





Já na escola, começamos a dar forma aos ramos que apanhamos e colocamos as primeiras bolas de Natal que a Marta trouxe de casa. Mas foram as fotografias das nossas famílias que trouxeram um brilho especial aos ramos já secos. A nossa árvore de Natal acolhe a compilação de todas as lá de casa.



No início de todo este processo, a mãe da Inês partilhou como é importante lá em casa que a árvore de Natal contemple enfeites natalícios construídos por ambos os filhos. Então, convidamos a mãe Rita e o mano Miguel para virem ajudar-nos a fazer enfeites natalícios para a nossa árvore. Com paus de madeira e vários materiais a família da Inês ajudou-nos a dar asas à criatividade!





As visitas das famílias e os momentos que passamos com pares de outras salas são privilegiados por nós.
O nosso Natal este ano terá mais significado porque vamos recordar-nos dos momentos que passamos juntos.

Muito obrigada à família da Inês e a todas as famílias que enriquecem os nossos dias.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Um projeto vivido em conjunto!

O Vasco trouxe para a nossa sala fantoches de mão, representativos de vários animais, e a história "A que sabe a Lua". Em conjunto, brincamos e experimentamos manusear os fantoches no fantocheiro.



A sala da Mariana, que tinha construído as várias personagens da história em papel, veio contar-nos e dinamizar a história.


Decidimos então preparar um teatro de fantoches da história "A que sabe a lua" para comunicar à sala da Mariana. Preparamos cenários, utilizamos os fantoches do Vasco e construímos os animais que faltavam com fantoches em meias. Pedimos a lua que a sala da Mariana tinha construído, para enriquecer o nosso cenário.


Depois de tudo pronto, recebemos a sala da Mariana e o berçário para um grande espetáculo!
A Dora contou a história e nós, animados, manipulamos os fantoches para dinamizar o conto.



No final do teatro, com muito orgulho, exibimos os nossos fantoches e mostramos aos convidados como os manipulamos. O grupo da sala da Mariana e os bebés quiseram ainda experimentar e brincar com os fantoches. 




O teatro acabou mas as parcerias e brincadeiras continuaram escada abaixo!

A família promotora de novas experiências

A Maria Rita trouxe uma história para partilhar com os amigos "Não gosto de salada". Depois de lermos esta história e de percebermos como se semeia alfaces, convidamos o Mário, avô da Maria, para vir à sala ajudar-nos a plantar e semear as nossas próprias alfaces. 



O avô Mário trouxe terra, sementes e pés de alface para podermos ver as duas fases de crescimento das alfaces.

Primeiro, em cuvetes de esferovite, introduzimos a terra e as sementes de alface. Depois transplantamos os pés de alface para um vaso maior.









 No final, ainda brincamos com terra e água em cima da mesa.


Agora, todos os dias vemos as nossas alfaces, regamos, caso seja necessário, e esperamos que cresçam. Assim que tiverem o tamanho indicado, iremos inclui-las no nosso almoço!


Muito obrigada ao avô Mário e à família da Maria Rita por estas partilhas tão importante para nós!